Orientação para Pais e Cuidadores

Atendimento Psicoterapêutico, Orientação de Pais e Cuidadores e Orientação Vocacional. Gilberto Garcia, Psicólogo

Algumas vezes, os cuidadores – sejam eles os pais, tios, avós, irmãos, padrinhos etc – se vêem em dificuldades para lidar com certos conteúdos, situações ou comportamentos daquele que se é seu objeto de atenção – filhos, sobrinhos, netos, irmãos, afilhados etc.

Nesse momento é importante e produtivo buscar ajuda de um profissional para orientação e esclarecimento sobre como proceder.

A orientação para pais e cuidadores, feita por profissional capacitado, cumpre muito bem a sua função.

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Orientação Vocacional

Atendimento Psicoterapêutico, Orientação de Pais e Cuidadores e Orientação Vocacional. Gilberto Garcia, Psicólogo

Chega um momento em nossa vida em que nos vemos diante de uma dúvida intrigante:

O que eu quero escolher para fazer daqui em diante? Que carreira profissional me atrai? Quais são minhas aptidões?

Claro que essa decisão não precisa ser “para sempre”, mas se a escolha que eu fizer me for prazerosa, não é problema em seguir por esse caminho pelo resto da vida. Porém, se a qualquer momento eu me questionar se ainda quero continuar nesse caminho, tudo bem  fazer uma nova escolha.

Isso não significa necessariamente que estivemos todo esse tempo no caminho errado, significa apenas que após analisar a situação, resolvemos fazer uma “Correção de Rota”.

Seja qual for o caso: um estudante em fase de vestibular ou um profissional em busca de uma atividade que ele faça sentido, lhe traga motivação, lhe dê prazer, a Orientação Vocacional é uma ferramenta valiosa a essa tomada de decisão.

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Atendimento Psicoterapêutico

Atendimento Psicoterapêutico, Orientação de Pais e Cuidadores e Orientação Vocacional. Gilberto Garcia, Psicólogo

Vivemos em uma cultura que ainda se dedica a cuidar da doença e não da saúde, que prefere remediar a prevenir.

Nesse sentido ainda é grande o número de pessoas que buscam atendimento psicoterapêutico apenas quando já se encontra em estado de grande sofrimento (esperamos que isso mude e vejamos o processo terapêutico como ferramenta de progresso e aprimoramento pessoal e coletivo). Enquanto isso não acontece

Há pessoas – que por desinformação ou dificuldade de olhar para as questões que eles são a causa de sofrimento – evitam buscar consultar-se com um psicólogo. Outras limitam-se ao recurso apenas de medicamento, mascarando – e em alguns casos, prolongando – o sofrimento emocional.

Para tais situações o atendimento psicoterapêutico, muitas vezes consorciado com acompanhamento médico, pode proporcionar à pessoa, uma melhor qualidade de vida .